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O Diário do Relógio de Sol na Educação

Na primeira edição da revista Seicho-No-Ie, lançada em 1930, cuja tiragem foi somente de 1.000 exemplares, o […]

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110884454 O Diário do Relógio de Sol na Educação Na primeira edição da revista Seicho-No-Ie, lançada em 1930, cuja tiragem foi somente de 1.000 exemplares, o Sagrado Mestre. Masaharu Taniguchi já pregava que o “Modo de viver segundo o Princípio do Relógio de Sol” é o modus vivendi da Seicho-No-Ie.
Viver segundo os princípios do Relógio de Sol é aplicar em nossas vidas a “lei mental” segundo a qual “manifesta-se  tudo aquilo que pensamos, falamos, escrevemos ou expressamos”. É aplicar o “poder criador da palavra” em  nossa vida.
Em torno de 700 a.C., o Velho Testamento descreve um relógio de Sol, o “relógio de Acaz”, que é mencionado em Isaías 38.8 e 2Reis 20.9-11. Os relógios de Sol mais antigos de que se tem notícia em registros arqueológicos são dos obeliscos (construídos em 3500 a.C.) e os relógios de sombra (1500 a.C.), que, respectivamente, eram usados pelos astrônomos antigos do Egito e da Babilônia. (Porto,  Gabriella. O Relógio de Sol. www.infoescola.com/curiosidades/relógio-de-sol)
O relógio de Sol é conhecido também como “relógio de  jardim” e costuma ser instalado em lugares públicos tais quais parques, praças e jardins, basicamente porque é um dispositivo histórico antigo, obsoleto, mas que serve de decoração e curiosidade.
Na Academia Sul-Americana de Treinamento Espiritual  da Seicho-No-Ie de Ibiúna-SP, temos um relógio de Sol, ao lado do Salão Nobre da Academia.
Esse relógio só registra as horas iluminadas pela luz solar, porque são indicadas pela sombra de uma haste que  incide como uma linha que se desloca na superfície,  acompanhando a posição do Sol durante o dia.
O modo de viver segundo o Princípio do Relógio de Sol baseia-se nesse fato. Assim como o relógio de Sol marca  somente as horas em que o Sol brilha, devemos registrar em nossa mente só os momentos bons, alegres e otimistas da nossa vida, iluminados pela luz de Deus.
Por que devemos registrar na mente apenas os momentos brilhantes da nossa vida?
Porque, segundo a lei mental, manifesta-se aquilo que gravamos na mente. Se guardarmos na mente só  pensamentos sombrios, como ódio, rancor e tristeza,  acabaremos atraindo fatos sombrios de ódio, rancor e  tristeza, que se manifestarão em nossa vida conforme  reza essa lei.
Por outro lado, se mantivermos constantemente  pensamentos alegres, otimistas e radiantes, atrairemos somente fatos alegres, otimistas e radiantes para a nossa  vida, de acordo com essa lei mental.
Mas isso é somente teoria e Seicho-No-Ie é prática. Como efetivar a prática do Relógio de Sol?
Um método muito fácil é preencher o Diário do Relógio de Sol, de autoria da Suprema Presidente da Associação Pomba Branca Junko Taniguchi.
Preencher o Diário do Relógio de Sol consiste em nele  escrever, todos os dias, algo positivo que aconteceu  durante o seu dia como, por exemplo, “Que excelente café da manhã!”, “Aconteceu algo bom no trabalho”, “No  caminho para o trabalho, vi uma boa ação”, “Hoje fez  tempo bom”, “Recebi elogio de fulano”, “Elogiei sicrano”, enfim, registrar por escrito as ocorrências positivas do  cotidiano. Escrever um elogio por dia não leva nem um minuto.
Já calculou se você escrever um elogio por dia? Serão 365 elogios durante um ano! E, ao findar o ano, sua mente estará totalmente direcionada para o lado positivo, e sua vida ficará acostumada a atrair fatos otimistas. Que mudança maravilhosa, não?
O hábito de ver somente o lado iluminado e positivo  transformará não somente a sua vida, mas também a vida das demais pessoas com quem você convive, principalmente das crianças, pois elas aprendem vendo os exemplos dos adultos.
No livro Educação da Vidaum relato do prof. Kurihara,  que acreditava que existe o bem em toda criança e, por isso, sempre se esforçava em descobrir algo bom nas  crianças da sua classe para elogiá-las. Dessa maneira, seus alunos conseguiram grande aproveitamento e muitos progressos.
Mas havia uma menina muito traquina e rude, que não  ouvia os professores de modo algum. O prof. Kurihara  pensava: “Nessa criança também deve existir algo bom. Vou descobrir e elogiá-la e, assim, exteriorizar a sua  capacidade”. Contudo, não conseguia descobrir nada de bom nessa aluna e já estava pensando em desistir,  achando que seria impossível aplicar a Educação da Vida em uma criança assim.
Um dia, porém, essa menina foi a uma cabelereira que cortou seus cabelos, de forma que a sua bela nuca ficou exposta. Uma professora de outra classe, notando isso quando a viu no corredor, disse-lhe:
— Oh! Esse corte de cabelos lhe ficou muito bem! Além disso, agora consigo ver que você tem uma nuca muito bonita. Você está linda!
A menina ficou muito contente e não coube em si de satisfação. Que sensação
maravilhosa! “A professora me elogiou! Então, mereço  elogios!”, pensou.
O elogio não foi com referência ao aproveitamento  escolar, mas sim quanto à aparência física da aluna. Entretanto, a partir desse elogio, o comportamento da menina em sala de aula mudou completamente! Ela  passou a prestar mais atenção nas aulas, tornou-se dócil, e seu aproveitamento escolar melhorou bastante!
O fato interessante é que essa aluna foi elogiada por uma professora de outra classe. Isso prova que o elogio  melhora a criança, pois ela passa a se sentir valorizada, “digna de ser elogiada” e cresce em todos os sentidos.
Portanto, devemos criar o hábito de sempre elogiar, ou seja, procurar ver a todo o momento as partes positivas — e nunca as partes negativas — de pessoas, coisas e fatos e elogiar. Isto é aplicar o Modo de Vida do Princípio do Relógio de Sol.
Que tal preencher o Diário do Relógio de Sol e adquirir o hábito de manter sempre a sua mente iluminada? Isso  tornará você capaz de, o tempo todo, enxergar e elogiar tudo e todos, além de servir de exemplo a ser seguido por irradiar a luz da sabedoria de Deus onde quer que esteja. TANIGUCHI, Junko (2011). Diário do Relógio de Sol. 1. ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL.
A escola é a única responsável por educar os filhos?

Saí para encontrar velhas amigas. Há muito não nos víamos e começamos a colocar o papo em […]

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Pai e filha A escola é a única responsável por educar os filhos? Saí para encontrar velhas amigas. Há muito não nos víamos e começamos a colocar o papo em dia. Conversa vai, conversa vem e o tema escola apareceu. Todas elas têm filhos em idade escolar e o assunto “qual é a escola certa para meu filho” foi inevitável. Queriam saber minha opinião - já que somente eu tenho filhas já adultas e formadas, sou Preletora da Seicho-No-Ie e atuei como educadora boa parte da minha vida. Ouvi tudo o que elas tinham para falar, suas angústias, suas inquietudes e o que mais me chamou a atenção foi o seguinte: “tenho que achar a melhor escola porque tenho que garantir a educação dos meus filhos”.
Fiquei muito pensativa sobre essa questão e analisando a rotina exaustiva do mundo contemporâneo em que muitos pais saem cedo para trabalhar e só voltam pra casa no final do dia, é muito fácil deixar de olhar para o filho. Olhar para o que ele está fazendo, descobrir do que ele gosta, como se chamam seus amigos, quais foram suas últimas conquistas e seus maiores desafios. Assim, nesse distanciamento criado, os pais acabam oferecendo ótima infraestrutura, buscando as melhores metodologias e horários que ocupem toda a agenda da criança ou do adolescente e o resultado dessa escolha (porque se trata de uma escolha) é que escola e professores se tornam os únicos educadores da vida desses seres. O que pensar diante desse cenário?
A Pedagogia da Educação da Vida da Seicho-No-Ie nos esclarece que o objetivo básico da educação não é simplesmente desenvolver o talento profissional ou artístico do indivíduo. A verdadeira educação consiste em acender a chama da vida interior do educando, fazendo-o conscientizar-se de sua natureza divina.
Educação não consiste, portanto, somente nos ensinamentos que aprendemos na escola! Há outros pontos que também são muito importantes como: amor ao próximo, ética, moral, cidadania, respeito, amizade, que são partes essenciais da educação e formação de uma criança! Não tem a ver com ser um profissional qualificado, mas em como ser um profissional respeitoso, ético e, principalmente, como ser humano. A excessiva preocupação com “que escola escolher” leva muitos pais a procurarem índices de resultados em exames seletivos e não a observarem outros pontos que também são importantes. A criança/adolescente também tem espaço para ser?
A escola tem um papel importante na vida dos alunos: instruir, promover espaços de diálogo e ensinar ao aluno o que ele pode fazer com tudo o que aprende. Deve atuar diretamente em todas as situações de sua responsabilidade. Será que pais e escola têm clareza de seus papéis ou estão se isentando de certas ações e atribuindo um ao outro certas responsabilidades para livrar-se delas? Parece aquele jogo “batata quente”.
Justamente por isso é preciso entender o papel que cada um tem no processo de construção do conhecimento de cada indivíduo. Como a escola e a família têm cada um seu papel e suas funções, devem caminhar em conjunto para que uma seja o complemento da outra e atenda ao que é mais importante: a educação da criança/adolescente.
O aluno não pode ter no professor a figura de um pai/mãe. O que é dito em casa deve ser valorizado na escola e vice-versa. A linguagem deve ser a mesma. Por isso, aquela conversa com minhas amigas foi tão importante. Escolher a escola que respeite os valores da família e permita e incentive a participação dos pais no desenvolvimento de seus filhos. Aqui está um ponto importante para a educação de qualidade.
Aprendemos no Ensinamento da Seicho-No-Ie que o talento da criança é como diamante bruto escondido nos veios de uma mina. À medida que este tesouro é desenterrado, a criança vai manifestando sua individualidade. Uma jabuticaba não é uva. Embora seu formato seja bem parecido e sua cor bem semelhante, embora ambas sejam frutas, sua individualidade é distinta. Os seres humanos também são diferentes quanto aos seus dons. Ter essa consciência e promover espaços para que se manifeste essa capacidade latente como sua vocação é papel da família e também da escola, cada uma dentro de sua própria característica.
Estudar é descobrir, fazer exteriorizar e desenvolver o talento e a vocação inatos em toda criança e adolescente, assim nos explica o professor Keiyo Kanuma no livro Educação do Filho de Deus (Keiyo Kanuma, v.1. 9ª impr., 2009, p.108). Ele ainda explica que “o objetivo do estudo está ligado ao objetivo da educação, e este ligado ao objetivo da vida”.
Por natureza, gostamos de estudar desde crianças. Essa é uma convicção que professores e pais devem ter. Então, escolher uma boa escola é ótimo, mas ser um pai/mãe presente é tão importante quanto.    Ser presente significa olhar para seu filho e ver nele tudo o que ele quer te dizer. Estar atento a ouvir o que ele te diz, mesmo que não seja em palavras. A escola é parceira nesse processo. Não é, e não será a única responsável por educar. No espaço escolar são apresentados universos que podem levar os alunos a grandes viagens que podem ser continuadas em casa. Essa viagem também pode começar em casa. É uma relação estreita que se cria entre família e escola.
Quando os pais tiverem profunda consciência sobre qual é o seu papel e seu propósito na vida e empreenderem esforço para realizar seu dom como ser humano, esse esforço será uma importante referência para seus filhos.
Recentemente ouvi de um amigo que é pai de um menino de 6 anos e de um adolescente de 14 anos que descobriu que seu filho mais velho está apaixonado pelo basquete, e por não ter essa percepção, vivia insistindo para que treinasse futebol. Não entendia a razão do distanciamento criado entre eles.  Foi seu olhar atento que o levou a perceber isso, e agora, voltaram a ser melhores amigos.
Você que é pai ou mãe, lembre-se de que ao fazer suas escolhas, deve colocar em primeiro lugar os valores mais importantes para vocês como família. Estamos sempre evoluindo e pode ser que algumas mudanças sejam necessárias. Isso é sinal de que estamos no caminho da evolução. Algumas dicas podem ajudar: Se tiver cinco minutos de intervalo com seu filho, deixe de lado qualquer possibilidade de pensar em outra coisa e dedique esse tempo a ele. A qualidade de sua entrega fará a diferença. Tenha gratidão pela escola que escolheu para seu filho e seja um pai/mãe presente e ativo. Para a sua família essa atitude fará diferença. Mantenha o bom humor em casa e fale sempre com respeito da escola escolhida para os filhos. Ouça com atenção o que seus filhos têm a dizer e ouça com atenção o que a escola tem a dizer também. Esse esforço em compreender o próximo e agir no sentido de melhorar sempre é de grande valia para todos. Ser responsável consiste em fazer bem feito o que lhe compete ser feito, sem comprometer os outros. Lembre-se de que, na educação, o início é sempre “agora”. Se você falhou, não se preocupe. Por mais que tenha havido erros no passado, a verdadeira essência do homem é perfeita e jamais será maculada. Renasça agora e seja mais presente na vida de seus filhos. Saiba identificar qual é o seu espaço, o deles e o da escola. Não se deixe enganar por falsas necessidades. O importante é lembrar-se de que sempre podemos melhorar e, nossas decisões são a chave para o progredir infinito de nossa família e para o crescimento intelectual, moral e ético de nossos filhos.
Meus filhos cresceram e foram embora. E agora?

Deus é Amor e é na mulher que o amor de Deus está expressado em máximo grau; […]

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GettyImages 847226672 Meus filhos cresceram e foram embora. E agora? Deus é Amor e é na mulher que o amor de Deus está expressado em máximo grau; por isso é dito que a mulher é a Deusa do Amor. Aprendemos na Seicho-No-Ie que, quando o Filho de Deus se manifesta com um corpo feminino, o objetivo da sua aprendizagem é basicamente o amor. Assim, o amor que a mulher na condição de mãe dedica aos filhos é um amor incondicional, um amor sublime que nada exige em troca, um amor genuíno de doação total, chegando ela a se anular em favor dos filhos, torna-se uma “leoa” para proteger os filhos, às vezes deixando de comer para poder alimentar os seus rebentos.
Para elas, os filhos passam a ser a sua razão de vida.
É justamente por toda essa dedicação que, após a independência dos filhos, por casamento, por preferirem morar sozinhos, ou por outros motivos, a mãe sente um vazio muito grande, como se lhe tivessem tirado o seu chão. Algumas chegam a enfrentar um estado depressivo; é a chamada Síndrome do ninho vazio. O impacto é maior para a mãe, justamente porque ela passa muito mais tempo do que os homens na criação dos filhos e na manutenção da casa. Segundo dados do IBGE, de 2016, a mulher dedica a média de 18 horas semanais cuidando das pessoas da sua família e com os afazeres domésticos, portanto, 73% a mais do que os homens, que dedicam cerca de 10,5 horas semanais.
Portanto, é perfeitamente compreensível o sentimento de vazio que toma conta da mulher após cumprir a sua missão de criar os filhos. No entanto, a mulher deve compreender essa fase como sua “diplomação” para galgar novos desafios, novas etapas em sua vida, buscando outras atividades de seu interesse, a fim de desempenhar novos papéis em sua vida. É “diplomação” e não o “fim”. É importante ter essa visão positiva vivendo conforme o “Princípio do relógio de sol”, com a mente sempre voltada para a luz, pois a vida cresce somente quando está voltada para a luz. Viver o princípio do relógio de sol é viver como a flor do girassol, que sempre acompanha a direção do sol.
Os filhos, ao saírem de casa, vão seguir o caminho deles e a mãe deve buscar
o dela: buscar outras vivências além dos filhos, como sair com os amigos,
praticar atividades físicas, estudar, viajar e, principalmente, dedicar mais tempo
ao relacionamento com seu marido.
No meu caso particular, quando os filhos saíram de casa, meu marido e eu
começamos a programar muitas viagens a dois, coisa que não tinha sido
possível realizar anteriormente durante a criação dos filhos. Assim, viajamos
para várias partes do Brasil e exterior, como o Japão, Espanha (Madri, Barcelona), Itália (Roma, Veneza, Milão, Florença, Nápoles), México (Cancun)
e outros. Nos finais de semana em que eu não tinha atividade da Seicho-No-Ie, meu esposo e eu saíamos na sexta-feira à noite para alguma cidade próxima de São Paulo, procurávamos um bom lugar para comer, passávamos a noite num hotel da cidade, nos deliciávamos com o café da manhã do hotel, e voltávamos à tarde para nossa casa, a fim de preparar o almoço do domingo com os filhos, noras e netos. A segunda-feira era sempre reservada para “namorarmos”: almoçávamos fora, passeávamos nos shoppings e só voltávamos à noite para casa. Às vezes, marcávamos encontro com as famílias dos nossos filhos no Jardim Botânico de São Paulo onde passávamos o dia inteiro passeando e saboreando o lanche preparado por mim. Aqui o verbo está no passado, porque o meu amado esposo partiu para outra missão no plano espiritual, em março de 2017. Após o passamento dele, preencho os dias dedicando-me aos meus netos,
fazendo atividade física, trabalhando para a Seicho-No-Ie, o que me preenche
espiritualmente.
A verdade é que o ser humano não sente solidão quando se dedica a fazer algo em benefício de alguém, e esse alguém pode ser o marido, os netos, ou algum trabalho de voluntariado como, por exemplo, a oficina de costura Seicho-No-Ie, que funciona na sua subsede em Jabaquara, São Paulo. Todas as segundas-feiras, das 9h às 16h, senhoras e senhorinhas entre 33 e 91 anos de idade se reúnem para costurar, tricotar, bordar, e outras atividades. Elas fazem trabalhos maravilhosos como kits para enxovais de bebê, que são doados para gestantes sem condições financeiras. Elas também fazem produtos artesanais que são vendidos em bazares beneficentes, cuja renda é revertida para a Casa de Repouso da Seicho-No-Ie, Fundação Grande Harmonia. Elas dizem que se sentem preenchidas realizando esse trabalho de doação de amor.
Conheci na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, uma divulgadora
da Seicho-No-Ie, a Sra. Anaurelina Pereira de Moraes, de 76 anos de idade. Ela mora sozinha, mas diz que não sente nenhuma solidão após criar todos os filhos e o passamento do marido, porque realiza com verdadeira alegria e satisfação o trabalho de divulgar nos ônibus cerca de 1000 revistas da Seicho-No-Ie, mensalmente, de mão em mão. Ela é tão conhecida pelos passageiros que ao encontrarem-na em qualquer outro lugar pedem para ela a “revistinha” da Seicho-No-Ie. Na Conferência que tive a oportunidade de orientar naquela cidade, muitos dos participantes eram os “clientes cativos” dos ônibus que recebiam as revistas. Outro trabalho voluntário que ela faz diariamente é ir para a Sede Regional preparar o cafezinho para as pessoas que frequentam a oração matinal da Seicho-No-Ie.
O “Eu Verdadeiro”, ou seja, a natureza verdadeira de toda mulher é Filha de Deus perfeita, dotada de capacidade infinita! Assim sendo, nenhum acontecimento exterior pode infelicitá-la; a não ser que ela permita. Ela não é escrava das circunstâncias. Ressuscite, portanto, a fibra de mulher guerreira
que existe dentro de você, “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”! Faça “visitas de benção” para as pessoas a quem você deve favores, matricule-se num curso novo, aprenda novos idiomas, programe novas viagens, enfim, permita que Deus Se manifeste através de você, sempre!
Muito obrigada!
Família é salva de covid-19 pela fé e prática da Verdade

Meu nome é Graciela Acquiste Oliva, sou Preletora em Grau Máster da Seicho-No-Ie, atuante na Regional SP-JABAQUARA. […]

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WhatsApp Image 2021 03 10 at 16.26.17 Família é salva de covid-19 pela fé e prática da Verdade Meu nome é Graciela Acquiste Oliva, sou Preletora em Grau Máster da Seicho-No-Ie, atuante na Regional SP-JABAQUARA. Conheci os Ensinamentos da Seicho-No-Ie em 1973, por meio de uma revista que me foi dada pela mãe de uma amiga das minhas filhas. Naquela época, a revista se chamava Acendedor.
Atualmente sou vice-coordenadora do Departamento de Terceira Idade da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Também sou Madrinha da Equipe Sampa da Associação Pomba Branca, junto à minha regional, e conselheira do Departamento Nacional de Mães.
Venho aqui compartilhar um relato sobre uma vivência importante minha e de minha família, em momentos desafiadores na situação atual em que a humanidade vive. Espero que minha história possa servir de incentivo e esperança para outras pessoas que estejam passando, ou venham a passar, por experiência similar.
Assim como tantas outras famílias, tivemos a experiência de contaminação pelo novo coronavírus, responsável pela pandemia que o mundo inteiro vive. Em meados de dezembro de 2020, uma de minhas filhas foi diagnosticada com a covid-19. Seu estado pedia cuidados mais intensos; então ela foi internada no hospital. No mesmo dia, meu marido, meu filho e eu fizemos o teste para checarmos se também estávamos contaminados. Meu filho e eu estávamos sem o vírus, mas o teste do meu marido deu positivo.
Com o passar dos dias, o estado de saúde do meu marido foi piorando, e ele também precisou ser internado. Da mesma forma, meu filho foi contaminado e precisou ir para o hospital, e como seu estado era grave, ele foi para a UTI, Unidade de Terapia Intensiva.
Desde o início da pandemia, eu estava orando pelo bem da humanidade.  Diante do cenário que se formou em minha família, passei a intensificar muito mais as minhas orações. Fazia diariamente a Meditação Shinsokan, a leitura da Sutra Sagrada para Cura Espiritual Contínua Chuva de Néctar da Verdade e a Oração ao corpo divino e indestrutível, que consta no livro Sutra Sagrada A Verdade Em Orações v.1, p. 91 e 92.
Também recorri aos amigos da Seicho-No-Ie, pedindo que orassem por meus familiares. A Preletora Viviane Hara, o Preletor Ênio Maçaki Hara e os membros da Comissão Executiva Central da Associação Pomba Branca me ajudaram intensamente com orações. Também fui auxiliada com orações pelos membros, tanto do Departamento de Preletores, como da Associação Pomba Branca, da Regional SP - JABAQUARA.
Imbuída de grande fé em todo esse movimento de amor e oração que nos era dirigido, perseverei nas orações enquanto prestava assistência aos meus familiares. Sempre mantive o coração firme na convicção da perfeição do Filho de Deus, na certeza de que tudo isso passaria e retomaríamos nossa vida normal. Confiei inteiramente em Deus e nos Ensinamentos da Seicho-No-Ie, com muita fé. Para não ser atingida pela ideia de doença da mente coletiva, lia constantemente um trecho que consta no livro A Verdade da Vida v. 2, p. 55 e 56. O ensinamento é de que, quando temos um filho doente, é preciso preparo mental de extinguir o medo da doença, mentalizando as seguintes palavras: “Meu filho é Filho de Deus; portanto jamais é atingido pela ideia coletiva de doença. Meu filho está protegido pelo amor de Deus. Ele está seguro porque vive no saudável mundo da essência.”
Graças a tudo isso, o final desta história foi feliz. Na véspera do Natal, portanto 24 de dezembro de 2020, meu marido e minha filha saíram do hospital, para ficarem em isolamento em casa. Meu filho também se recuperou, e saiu do hospital no dia 07 de janeiro de 2021, ficando em isolamento, em casa, mais sete dias. Após este período, ele retomou seus compromissos profissionais e passa bem até hoje.
Acredito que a providência divina me protegeu de ser contaminada, permitindo assim que pudesse ser o esteio espiritual para a recuperação de todos. Por não ter sido infectada, pude permanecer em oração e cuidar de todos eles.
Com mais esta experiência, a nossa fé se tornou ainda mais forte e inabalável. Vale a pena praticar e transmitir estes ensinamentos sagrados e abençoados da Seicho-No-Ie, para que mais pessoas sejam salvas. Agradeço sinceramente a Deus, ao Sagrado Mestre Masaharu Taniguchi e a todos os amigos que oraram por nós neste momento de nossas vidas. Muito obrigada! TANIGUCHI, Masaharu (2007).”Shinsokan” e outras orações: meditação para contemplar a Deus. 35. ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL. TANIGUCHI, Masaharu (2007). Sutras Sagradas. 41. ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL, pp.105-152. TANIGUCHI, Masaharu (2007). Sutra Sagrada: A Verdade em Orações. 32. ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL, p. 91. TANIGUCHI, Masaharu (2007). A Verdade da Vida, v.2. 15. ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL, pp.55-56.
A saúde do filho é reflexo do estado mental dos pais

Olá! Meu nome é Valéria Aparecida Batista, sou preletora da Seicho-No-Ie e venho compartilhar uma experiência de […]

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Valeria foto1 A saúde do filho é reflexo do estado mental dos pais Olá! Meu nome é Valéria Aparecida Batista, sou preletora da Seicho-No-Ie e venho compartilhar uma experiência de grande êxito na prática dos ensinamentos desta doutrina maravilhosa.
Em 1998, eu já conhecia os Ensinamentos da Seicho-No-Ie e estava me habituando a colocá-los em prática. Estava passando por um momento difícil no relacionamento conjugal; meu marido e eu estávamos em total desarmonia.
Certo dia, meu filho Jean, então com quatro anos, começou a apresentar febre. Levei-o ao pronto-socorro, e o diagnóstico foi início de pneumonia. O pediatra receitou um antibiótico e orientou para levá-lo ao hospital novamente, se não melhorasse. Assim, passei a ministrar o remédio, mas sem sucesso. Meu filho não engolia o medicamento, cuspia tudo... No dia seguinte, a febre estava ainda mais alta e então resolvi voltar ao hospital. Desta vez, realizaram um exame de raio-x, e mediante o resultado o médico achou melhor internar meu filho, pois, a pneumonia havia piorado e era necessário ministrar o antibiótico por injeção intravenosa.
Fiquei desesperada. Não era fácil ficar com uma criança dentro de um quarto de hospital. Ele dormia muito e não melhorava. No quinto dia de internação, quase finalizando o período do medicamento, Jean ainda tinha febre.
O médico pediu então outro raio-x, e qual não foi a nossa surpresa quando se constatou que meu filho estava com água no pulmão. Seria necessário fazer uma punção, ou seja, retirar a água que estava no pulmão; o que só poderia ser feito na manhã seguinte. O médico me explicou que seria colocada uma agulha fina e longa na lateral do pulmão, por onde seria puxada a água contida ali. Fiquei apavorada, imaginando meu filho tão pequeno, com apenas quatro anos, passando por isso.
Quando o médico saiu, liguei para minha mãe, que também já estava envolvida nas práticas da Seicho-No-Ie e participava de cursos na Sede Central.  Ao me ver naquela situação, ela se lembrou de uma aula que assistiu do Preletor Heitor Miyazaki, quando ele disse que água no pulmão era sinal de mágoa. Minha mãe disse: “Você, minha filha, deve estar magoada, e seu filho está refletindo essa sua tristeza... Reflita sobre quem você precisa perdoar neste momento e faça agora a oração. Reconcilie-se, do fundo do seu coração!”
Enquanto ela me orientava, eu já sabia com quem eu estava extremamente ferida e magoada: com meu marido. Há tempos nós estávamos nos desentendendo, chegando ao ponto de ficarmos sem conversar um com o outro. Cheguei a dormir nos pés da cama, de raiva dele. Nosso relacionamento estava realmente muito difícil.
Comecei a fazer a oração para reconciliar. À noite, meu marido apareceu no hospital, para ver o filho. Quando o vi, fui logo dizendo: “Vamos realizar, juntos, a Oração para Reconciliar!”
Assim começamos a fazer a oração, juntos, de mãos dadas. Pedi para ele repetir as palavras da oração que eu pronunciava em voz alta. Fui assim lendo as palavras da Oração para reconciliar que consta no livreto “Shinsokan” e outras orações: meditação para contemplar a Deus.  No início, as palavras saiam automaticamente e eu não conseguia olhar para meu esposo; desviava o olhar para todos os lados. Fui falando, até o momento em que finalmente me virei para ele e encontrei o seu olhar... naquele instante em que nossos olhos se cruzaram, fui tomada de um intenso sentimento de gratidão e amor pelo meu marido. Parecia que estava vendo meu marido de volta, aquele homem por quem um dia me apaixonei. Naquele momento, parecia que existíamos só nós dois no mundo.
Ficamos assim, orando e olhando um para o outro, com amor, durante uns vinte minutos. Finalizamos a prática juntos, coração com coração. Meu filho, que estava na cama do hospital, olhava para nós dois e ria, ria muito, achando engraçada aquela cena. Acho que ele estava feliz vendo os pais em harmonia. Encerramos a prática, sem que nenhuma enfermeira entrasse no quarto. Meu marido logo em seguida foi para casa.
No dia seguinte, logo cedo, meu filho já quis descer da cama e ficou no chão, brincando com seu carrinho. Quando o médico especialista chegou para realizar o procedimento, ficou surpreso ao ver que a criança estava tão esperta, disposta, brincando fora da cama. Pediu que o enfermeiro fizesse um novo raio-x, pois era estranho uma criança com água no pulmão estar tão bem disposta daquela forma. No novo exame, o pulmão do meu filho apareceu limpo; sem nenhum vestígio de água no pulmão. Dois dias depois, meu filho saiu do hospital, sem problema algum. Por um bom tempo guardei aqueles exames; um que mostrava o pulmão com a infiltração de água, e o outro, com pulmão limpo.
Externo aqui a minha eterna gratidão a Deus, ao Sagrado Mestre Masaharu Taniguchi, aos meus antepassados, à minha mãe, Honorina Batista, e pela sábia orientação passada pelo Preletor Heitor Miyazaki. Agradeço especialmente ao meu marido que, sem titubear, aceitou realizar aquela prática da oração para reconciliar, naquele momento, num quarto de hospital. Agradeço ainda e, principalmente, ao meu querido filho Jean, que por meio desta experiência nos proporcionou a oportunidade de nos reconciliar e restabelecer a harmonia em nosso lar. Muito obrigada. TANIGUCHI. Masaharu (2007). Shinsokan e outras Orações: meditação para contemplar a Deus. 35. Ed. São Paulo: SEICHO-NO-IE DO BRASIL, p.34.