Presidente Doutrinário da Seicho-No-Ie para a América Latina

Fumio Nishiyama

Foto de perfil do Preletor Fumio Nishiyama (Presidente Doutrinário da Seicho-No-Ie para a América Latina) sorrindo

Por que a Seicho-No-Ie diz “não” ao estilo de vida que tortura a natureza

Reverências, estimado(a) Internauta.
Devido à lei do “Dá e receberás”, o ser humano, que tem torturado a natureza, está recebendo também torturas na forma de doenças, ao longo dos últimos anos. Também por isso, a Seicho-No-Ie diz NÃO ao estilo de vida que prejudica a natureza.
Neste texto, baseado no pronunciamento do Supremo Presidente da Seicho-No-Ie, Professor Masanobu Taniguchi, de 11 de março de 2020, trazemos alguns elementos importantes para a compreensão do momento de crise atravessado pela humanidade, mediante o Coronavírus.
O que o nosso estilo de vida tem a ver com a pandemia do novo Coronavírus – A humanidade corre grande perigo devido ao estilo de vida adotado por todos nós, baseado no antropocentrismo, no individualismo, no consumismo, inclusive na alimentação à base de carne.
Tais comportamentos, que geram a destruição da natureza, estão alicerçados na ideia de que os mais fortes vencem. Por se acreditar nessa lei, os massacres são tolerados – de vegetais, animais e até humanos.
Os animais, que passam a ser confinados próximos aos centros mais populosos, acabam sendo hospedeiros de doenças como as causadas, por exemplo, pelas viroses da gripe suína que já ficou famosa no passado.
É possível um modo de vida diferente do atual? – Sim. Infelizmente, muitos afirmam que se não fosse esse estilo de vida, que teve início com a Revolução Industrial, ainda estaríamos vivendo em grande estado de pobreza.
Mas isso não é verdade, pois há meios de usar as máquinas sem agredir a natureza, crescendo junto a ela e sem destruí-la. A ganância de acumular, que vem deixando os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, está por trás desse desequilíbrio ambiental nocivo à vida.
A Seicho-No-Ie vem dizendo que é possível mudar isso na prática, principalmente dando o exemplo na forma dos Clubes da Seicho-No-Ie (Horta, Artesanato e Bicicleta), e com o incentivo à dieta sem carne, entre outras tantas iniciativas que asseguram a Grande Harmonia entre Deus, Natureza e seres humanos (CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS SOBRE INICIATIVAS DA SEICHO-NO-IE EM RELAÇÃO AO MEIO AMBIENTE).
Como a Harmonia com a natureza pode evitar, na prática, o aparecimento de doenças como a Covid-19 – Antigamente, animais como as galinhas e os porcos viviam soltos. Hoje, aprisionados para atender à demanda por carne, acabam se tornando hospedeiros de vírus, tais como o H1N1, o SARS e atualmente o novo Coronavírus, que, segundo alguns cientistas, pode ter advindo de um animal chamado pangolim ou de morcegos.
A Covid-19, segundo a ciência, é uma doença zoonótica, ou seja, transmitida ao homem por animais. A maioria dos vírus que se hospedam em animais não faz mal ao ser humano. No entanto, aqueles vírus que fazem mal poderiam ser evitados, caso mantivéssemos a distância adequada dos animais hospedeiros. Não haveria necessidade de a humanidade manter contatos íntimos com esses animais hospedeiros, mas a ganância e o desejo carnal dos seres humanos fazem acontecer esses contatos (abate e consumo desses animais), que podem redundar nas doenças transmissíveis.
Assim, não comer carne é dizer à humanidade que uma dieta carnívora não é um modo de vida correto. A Harmonia com a natureza, que inclui eliminar a carne do cardápio, é uma proposta concreta de comportamento que pode evitar o surgimento de doenças causadas por vírus fatais.
Em nome da sobrevivência da humanidade, temos de rejeitar a lei do mais forte e assumir um modo de viver que manifeste a unidade entre Deus, Natureza e seres humanos, dentro do espírito que sempre norteia a Seicho-No-Ie que é a Grande Harmonia.
Muito obrigado.

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