Você é uma pessoa de valor inestimável!

Você, educador, bem como seus alunos, possuem valor único, pois ambos são representantes da Grande Vida no planeta Terra. A Educação da Vida é uma metodologia aplicada e seus benefícios serão constatados por aqueles que vivenciarem no dia a dia os itens que seguem:

 

  • Manter a consciência da Verdade “o homem é filho de Deus”, internalizando o sentimento natural verdadeiro do ser humano.
  • Visualizar sempre “as horas em que o Sol brilha’. A isso denominamos de princípio do Relógio de Sol. Assim sendo registre, em sua mente, as partes positivas do seu educando, pois manifesta-se na forma aquilo que contemplamos no mundo perfeito criado por Deus.
  • Avançar na convicção de que existe apenas Deus e a Imagem Verdadeira, não valorizando o fenômeno (aspecto aparente), pois este não passa de manifestação da mente humana, logo não possui existência verdadeira.
  • Conscientizar-se do “agora eterno”. Só existe o momento presente; não existe outro momento a não ser o “agora”. Contemplar o momento atual é não desperdiçar o “eterno agora” e não dar força para a projeção fenomênica.

Os quatro itens importantes acima descritos são princípios da Educação da Vida. O professor Masaharu Taniguchi afirma com segurança que a criança deve ser estimulada desde pequena a desenvolver os dons que demonstra possuir; todavia, deve-se cuidar para não fazer dela uma “máquina memorizadora”. Desta forma, é preciso ensiná-la o raciocínio lógico. Também é importante prepara-la para pensar sozinha e a trabalhar segundo sua própria opinião.

Pais e educadores: demonstrem em seus próprios atos as qualidades, os procedimentos, os hábitos, etc. que desejam visualizar nas crianças; conscientizem-se de que a natureza verdadeira delas é ter sabedoria para relacionar cada atividade com um aprendizado.

Pais e educadores: demonstrem em seus próprios atos as qualidades, os procedimentos, os hábitos, etc. que desejam visualizar nas crianças; conscientizem-se de que a natureza verdadeira delas é ter sabedoria para relacionar cada atividade com um aprendizado.

Se não houver por parte do adulto capacidade para enxergar que a criança está efetivamente estudando a todo instante, não será possível fazer com que ela se desenvolva. “Tudo que a criança faz é um aprendizado”.

Observem que desde a mais tenra idade, o bebê não para um momento sequer. Muda-se a forma e o modo, mas a vida de um ser humano é, realmente uma contínua aprendizagem. Se a criança não gosta de estudar, é necessário descobrir a causa, refletir se não há algo obstruindo algum dos 5 desejos básicos do ser humano: ser reconhecido, ser amado, ser elogiado, ser útil e ser livre.

Todo aluno tem o seu valor peculiar, mesmo que não seja o primeiro da turma. Thomas Edison, por exemplo, foi expulso da escola porque obtinha péssimas notas, mas se tornou o maior inventor do mundo, graças a seu valor especial. Um gênio da matemática pode ser desastrado em literatura, mas nem por isso perde o seu real valor. A mente que possui autonomia torna o indivíduo em “alguém de valor”.

E como ajudar a criança a desenvolver seus dons naturais? Oferecendo-lhe uma ocupação que seja adequada à sua idade. Estimulando-a com boas palavras, confiando na sua capacidade, ela dificilmente errará na escolha daquilo que mais lhe convém.

Alunos de todas as idades: exteriorizem o seu valor, e assim contribuirão assertivamente na construção da nova civilização. Lembrem-se que a força do elogio e a prática de reconhecer a capacidade infinita latente no outro permite direcionar corretamente a incontida energia vital do filho de Deus.

A Educação da Vida também evidencia que o melhor método para exercitar a criança é habituá-la a venerar a Deus todas as manhãs, juntamente com seus pais e cultivar a capacidade imaginativa que lhe é inata desde a primeira infância.

(Organizado por meio dos livros: A Verdade da Vida, vol. 14; Educação do Filho de Deus, vol.1 e Namoro, Casamento e Maternidade.)

 

Escrito por Wilson Batista Martins

Artigo publicado em: Revista Fonte de Luz – Ano LIV - Nº594 – Junho/2019 - pp. 24-26 – Seção: Educação da Vida em Família