No livro “Suicídio e os desafios para a psicologia”, os Conselhos Regionais e Federal de Psicologia apontam: “Suicídio: uma questão de saúde pública e um desafio para a Psicologia clínica” e “Suicídio: o luto dos sobreviventes”. Diante da chamada dos Conselhos de Psicologia valem as seguintes reflexões: Como ajudar adolescentes, jovens e adultos diante de uma possível crise existencial? Como impedir o suicídio? Quais são as causas reais?
Alerta mundial
Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Toda morte é uma tragédia para a família, amigos e colegas”. E diante do aumento das mortes por suicídio em todo mundo, Ghebreyesus fez um pedido para que todos os países incorporem estratégias comprovadas de prevenção ao suicídio em seus programas nacionais de saúde e educação de maneira sustentável
Apesar da grave situação, estudos apontam alguns caminhos para que esse grande desafio seja, pelo menos, minimizado. Alguns estudiosos afirmam que o suicídio tem relação direta com o que chamamos de crise existencial, ou seja, um sentimento, um episódio acompanhado por dúvidas e incertezas variadas, que o ser humano tem em um dado momento se sua vida. A referida crise leva o ser humano a ampliar sua visão de si mesmo – o autoconhecimento, o que é extremamente benéfico, ou então, provoca tristeza, angústia ou até mesmo uma depressão.
Jovens, crianças e adultos
Os motivos que levam um adolescente, um jovem e um adulto a ceifarem suas vidas são diferentes dos motivos de um idoso. O médico psiquiatra Teng Chei Tung, coordenador do serviço de interconsultas e pronto-socorro do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, aponta momentos complicados de transição:
“O jovem tem a crise existencial de se tornar um adulto e ainda não está preparado para lidar com frustrações, ele sofre mais tempo com isso. E há também a impulsividade natural desta idade, e a vulnerabilidade, que o torna mais suscetível a influências externas. Já no caso dos idosos, o suicídio está relacionado a uma perspectiva de dor ou incapacitação. Há o medo de se tornar dependente, incapacitado, e isso pode levá-los a crer que vale a pena morrer. Por exemplo, quando um idoso fica cego, ele se torna também mais suscetível ao suicídio”.
Em caso de dúvidas sobre o presente e o futuro, aqueles que se encontram angustiados, ou mesmo depressivos, acabam desorientando-se e ampliam seus sofrimentos. Neste momento, é de suma importância ter alguém em quem se possa confiar e conversar. Pessoas que possam elevar a autoconfiança e o sentimento de que existe um Criador que nos ampara e conduz o tempo todo, mesmo naqueles momentos em que, ao olhar humano, pareça não haver solução.
Estudiosos também apontam que a desigualdade social impulsiona o suicídio nas crianças e nos adolescentes. Os jovens que tentam ou cometem suicídio, e que geralmente escondem seus sentimentos e indicativos de depressão, sofrem por problemas amorosos e envolvimento com álcool e outras drogas. Entre as crianças menores de 14 anos, os principais fatores são: conflitos familiares, rigidez e ausência de diálogos; separação ou divórcio dos pais e histórico de abuso sexual que ocorrem no próprio seio familiar.
Os números no Brasil
Estudos apontam que, no Brasil, o suicídio é a quarta maior causa de mortes entre a população de 15 a 29 anos, e que a cada ano, aproximadamente 11 mil pessoas tiram a própria vida. Trata-se da terceira maior causa de mortes do público masculino nesta faixa etária, seguido apenas pelos homicídios e acidentes de carro. Quanto ao público feminino, o suicídio aparece como a oitava maior causa de morte. Segundo especialistas, os jovens brasileiros do sexo masculino estão ceifando a própria vida no auge de sua juventude, por associar mais a doença à fraqueza e à falta de fé, enquanto as mulheres estão mais abertas ao diálogo.
O aumento de suicídios no Brasil chamou a atenção das autoridades e por essa razão foi instituído o “setembro amarelo”. Trata-se de uma campanha que tem como objetivo a prevenção do suicídio, falar sobre a depressão e tratar essa doença de forma correta, evitando possíveis julgamentos e propiciando um movimento mais acolhedor e respeitoso. Mas não é apenas no mês de setembro que devemos estar atentos, mas durante o ano todo.
Estudos apontam que, no Brasil, o suicídio é a quarta maior causa de mortes entre a população de 15 a 29 anos, e que a cada ano, aproximadamente 11 mil pessoas tiram a própria vida.
O que podemos fazer?
O desafio é grande, porém é possível enfrentar o problema. Diante de pessoas deprimidas, ou mesmo angustiadas é preciso falar abertamente a respeito do suicídio e procurar não deixar o pessimismo e o desânimo ditarem as regras do jogo. O diálogo ainda é um excelente caminho para ajudar aqueles que estão necessitando de ajuda e pensam em suicídio. Por esse motivo, é importante apontar alguns caminhos e mostrar o quanto uma crise existencial é necessária e benéfica quando sabemos aproveitá-la. Ela pode ser usada para desenvolvermos ainda mais nossa potencialidade infinita. A experiência torna-se divisor de águas na transformação da realidade ao redor. Consta no prefácio do livro A mente é força criadora de autoria do Sagrado Mestre Seicho Taniguchi, que quando reconhecemos dentro de nós a existência do ser verdadeiro, perfeito e imortal, podemos viver uma vida feliz e verdadeiramente livre.
Aqui deixando algumas reflexões/orientações
Chamado especial: Pais e educadores como um todo precisam ficar atentos a alguns sinais que indicadores desse possível quadro de crise existencial, capaz de desencadear o suicídio de adolescentes, jovens e adultos. Esses sinais podem se apresentar no formato de ansiedade e cansaço mental, falta de vontade de estar com outras pessoas, apatia, pessimismo e desânimo, além de alterações de apetite e do sentimento de sentir-se perdido no mundo.
Atenção:
A depressão é considerada, pela medicina, uma doença de causa genética, não é “frescura”, nem falta de Deus. É uma doença crônica e de fator genético, que pode ser reduzida com tratamento e medicamentos. A neurologista da divisão da Upjohn, Elizabeth Bilevicius afirma que se trata de uma doença de alteração biológica, é genética. Ela também aponta que a depressão está associada a uma incidência baixa de serotonina no sangue.
A diferença entre tristeza e depressão
A tristeza é um sentimento passageiro que pode acometer um grande número de pessoas. Torna-se prejudicial quando ela passa a causar transtorno real na vida da pessoa, ultrapassando o limite de um sentimento para se evidenciar enquanto doença.
Como separar a tristeza da depressão?
Caso o sentimento de tristeza passe a causar real prejuízo para a pessoa, afetar suas relações pessoais ou a produtividade no trabalho, é necessário buscar orientação imediata, pois pode ser um indício de depressão. Uma frustração pode deixar a pessoa triste, mas logo passa. O deprimido fica incapacitado, e pode prejudicar-se fisicamente.
A Seicho-No-Ie oferece algumas práticas
Dentre elas, as três práticas religiosas importantes ou seja: Meditação Shinsokan; leitura de livros sagrados, sutras e cantos em louvor; e prática de gratidão e caridade. Tanto os adeptos, quanto os líderes dessa filosofia de vida aplicada, tornam-se reconhecedores de que são filho de Deus e passam a agradecer a todas as coisas do céu e da Terra. Tomam para si o controle de sua vida, passam a dinamizar sua inteligência emocional e a trilhar sobre caminhos que tenham significado – infinito – de dignos herdeiros de Deus.
Artigo publicado em: Revista Fonte de Luz – Ano LV - Nº605 – Maio/2020 - pp. 18-21 – Seção: Educação da Vida em Família
Preletora em Grau Sênior
Profissional multidisciplinar, formada em Comunicação Social – Especialização em Propaganda e Marketing na ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Débora construiu uma trajetória sólida em redação e produção editorial, relacionamento com o público e planejamento. Atuou no mercado corporativo, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços, qualidade, empreendeu em diferentes áreas e hoje presta serviços em escrita estratégica (copywriting), roteiros, e micropigmentação estética, áreas aparentemente sem conexão, mas que lhe proporcionam profundidade intelectual e sensibilidade estética. Se mantendo ligada às novas tendências de mercado, traz em seu repertório cursos que envolvem desde o comportamento humano, análise de arquétipos, produção de cursos online, escrita criativa e marketing.
Na Seicho-No-Ie, sua vivência é de berço: Preletora Sênior, dedicou-se a múltiplas frentes organizacionais e doutrinárias por décadas a nível local, regional e nacional, coordenando atividades para mulheres, casais, mães, crianças e jovens, nos idiomas português e japonês, além de estudos para a formação de líderes. Atua como vice-presidente da Associação Pomba Branca da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, Membro da Comissão Executiva Central da Associação Pomba Branca da SEICHO-NO-IE DO BRASIL e integra a Comissão Editorial da Revista Mulher Feliz. Débora é a síntese da mulher que estuda, serve, cria e guia, uma mentora natural que transforma vidas pela palavra, pelo exemplo e pela Verdade.
Preletora da Sede Internacional
Viviane é profissional da comunicação com formação em Teatro (Curso livre), Rádio, e TV, Graduada em Marketing e Pós-Graduada em Mídia pela USP/ECA. Construiu uma carreira sólida e marcante como apresentadora, produtora e diretora de grandes convenções, programas televisivos e campanhas nacionais. Atuou em palcos emblemáticos como Ibirapuera, Anhembi e Pacaembu, conduzindo eventos para mais de 28 mil pessoas. Também produziu conteúdos, entrevistas e materiais audiovisuais exibidos em diversas emissoras do país, consolidando sua experiência na criação e condução de projetos de grande impacto. É palestrante no Brasil e no exterior, levando mensagens de espiritualidade, comunicação e inspiração a diferentes públicos.
Natural de São Paulo, iniciou sua jornada na Seicho-No-Ie em 1987 e, desde então, desempenhou funções de grande relevância, como:
Em 1995, recebeu o título de Líder da Iluminação e, atualmente, é Aspirante a Preletora da Sede Internacional e Presidente da Associação das Mulheres da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, carinhosamente chamada de Pomba Branca. É responsável por uma revista mensal “Revista Mulher Feliz” com tiragem de mais de 100 mil unidades mensal. Sua trajetória une espiritualidade e comunicação, levando ensinamentos e inspiração a milhares de pessoas por meio de palestras, eventos e agora também em aulas online.
Preletora da Sede Internacional
Formada em Tecnologia em Processamento de Dados, Daniela construiu sua trajetória profissional unindo disciplina, organização e capacidade de gestão, desenvolvendo habilidades que hoje sustentam sua atuação estratégica e administrativa em contextos institucionais.
Na vida religiosa, iniciou sua vivência na Seicho-No-Ie ainda na infância, após sua família ser acolhida pelo ensinamento. Tornou-se Líder da Iluminação aos 20 anos e atuou em diversas frentes: presidiu Associação Local, Associação dos Jovens e Associação dos Preletores na Regional SP-VILA PRUDENTE, além de exercer a Supervisão Administrativa Doutrinária na Regional SP-PENHA. Atualmente, é Preletora da Sede Internacional e Superintendente das Atividades dos Preletores da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Sua trajetória é marcada por dedicação, firmeza espiritual e uma presença que inspira, guiando mulheres a descobrirem força, serenidade e direção interior.
Preletora em Grau Júnior
Relações Públicas e Jornalista, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, Juliana construiu doze anos de experiência em Marketing, Comunicação Interna e Assessoria de Imprensa. Hoje, atua na empresa Artesão de Memórias, produzindo livros biográficos que eternizam histórias de pessoas, famílias e comunidades, um trabalho que une sensibilidade narrativa e precisão jornalística.
Nascida em uma família da Seicho-No-Ie, trilhou desde cedo uma jornada de serviço: presidiu Associação Local da Associação dos Jovens da Seicho-No-Ie, compôs a diretoria da Academia de Treinamento Espiritual de Curitiba e ocupou cargos nacionais no Departamento Feminino e na Comissão Executiva Central da Associação dos Jovens da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Recebeu honras nacionais e internacionais e, em 2024, foi nomeada Preletora em Grau Júnior. Juliana irradia organização, profundidade emocional e amor pela história, conduzindo mulheres a reconhecerem a própria narrativa como instrumento de luz e transformação.
Preletora em Grau Júnior
É doutora pela University College London (Inglaterra), com pós-doutorados na Universidade Federal de Minas Gerais e na Humboldt-Universität zu Berlin (Alemanha). Atua como professora associada na Universidade de Brasília, onde já coordenou o Programa de Pós-Graduação em Informática. É bolsista de produtividade do CNPq e editora associada do periódico internacional ACM Transactions on Autonomous and Adaptive Systems. Está e esteve à frente na organização de vários eventos nacionais e internacionais em sua área de pesquisa e orienta alunos de graduação, mestrado e doutorado em Ciência da Computação.
Na vida religiosa, Genaína conheceu a Seicho-No-Ie ainda jovem, em Brasília, e desde então trilhou uma jornada de dedicação contínua: participou de seminários, atuou como divulgadora, viveu a doutrina também em Londres e assumiu diversas lideranças no Brasil, incluindo presidências regionais da Associação dos Jovens da Seicho-No-Ie e da Associação Pomba Branca. Preletora desde 2011, hoje serve como Vice-Presidente Regional da Associação Pomba Branca de Brasília e membro da Comissão Executiva Central da Associação Pomba Branca da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Une excelência acadêmica, liderança feminina e uma visão espiritual ampla, inspirando mulheres a integrarem mente, alma e propósito para criar realidades possíveis.
Preletora em Grau Júnior
Cientista Social pela Universidade de São Paulo (USP) e psicanalista, Marisa construiu uma formação plural que integra educação sexual, terapia floral e terapia de casais. Como facilitadora e terapeuta, une ciência, sensibilidade e espiritualidade para ajudar mulheres e famílias a reconstruírem vínculos, curarem feridas e encontrarem novas narrativas de amor consciente.
Na Seicho-No-Ie, iniciou sua trajetória na Associação dos Jovens e ocupou funções regionais e nacionais: presidiu o Departamento Juvenil regional, coordenou o Departamento Feminino, atuou como membro central da Associação dos Jovens, da Associação dos Preletores e da Pomba Branca da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. É coordenadora nacional do Departamento de Casais da Seicho-No-Ie, conduzindo famílias por uma jornada de reconciliação e prosperidade emocional. Marisa é a expressão da mulher que acolhe, escuta e transforma, trazendo alma, técnica e Verdade para quem deseja viver relações mais plenas.
Preletora em Grau Sênior
Médica formada pela Santa Casa de São Paulo, especialista em Ortopedia, Medicina do Esporte, Cirurgia do Joelho e Acupuntura, Andrea atua há mais de 22 anos em Indaiatuba. Atleta profissional de Crossfit, conquistou o 2º lugar na América Latina na categoria 50–54 anos (2025), unindo ciência, performance e espiritualidade.
Conheceu a Seicho-No-Ie em 2004 e, desde 2011, atua como Preletora Sênior, conduzindo mulheres com profundidade, gratidão e prática diária da Verdade. Foi presidente da Federação Pomba Branca e hoje é vice-presidente doutrinária da regional SP-CAMPINAS, além de diretora da ASSOCIAÇÃO PROSPERIDADE DA SEICHO-NO-IE DO BRASIL e orientadora responsável pelos Ciclos da Prosperidade em MG, PR e SP. Andrea transmite força, fé e movimento no corpo, na mente e na vida.
Preletora em Grau Sênior
Formada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), com habilitação em Português e Espanhol, Iara dedicou 23 anos à educação, atuando como professora em escolas, empresas e cursos de idiomas. Especialista em Filosofia Clínica e em Filosofia para Crianças pelo CENTRO BRASILEIRO DE FILOSOFIA PARA CRIANÇAS (CBFC), também exerceu orientação educacional e desenvolveu trabalhos formativos voltados ao pensamento crítico e ao cuidado emocional infantil.
Na Seicho-No-Ie, sua vivência é de vida inteira: desde os 6 anos, percorreu todos os departamentos e, em 2016, tornou-se Preletora Sênior. Hoje integra o Departamento de Coordenação dos Seminários da Luz e Seminários da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, unindo clareza filosófica, sensibilidade educacional e espiritualidade prática para conduzir mulheres a uma jornada de consciência, lucidez e leveza.
Preletora em Grau Sênior
Com sólida experiência em liderança, atendimento e estratégias comerciais, Patrícia construiu uma carreira marcada pela comunicação eloquente, gestão de equipes e atuação em operações com mais de 70 colaboradores. Trabalhou nos setores administrativo, financeiro, produção e vendas, além de ministrar treinamentos técnicos e comportamentais.
Na vida religiosa, iniciou sua trajetória em 1994. Presidiu associações locais da Associação dos Jovens e dos Preletores na Regional SP-VILA PRUDENTE e hoje é Preletora em Grau Sênior. Patrícia une firmeza, entusiasmo e presença inspiradora, guiando mulheres a descobrirem sua voz, seu valor e sua força espiritual.
Preletora em Grau Sênior
Doutora em Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra (com reconhecimento UFMG), Mestre pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e pedagoga, Maria Dalvaneide possui ampla trajetória acadêmica e de gestão educacional. Atua como coordenadora de Extensão da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), pesquisadora em Educação Emocional, Inovação Pedagógica e Cuidado de Si, formou docentes e gestores em redes públicas e privadas. Criadora do Programa Cuidar de Si, integra grupos de pesquisa nacionais e internacionais, unindo ciência, espiritualidade e formação humana.
Na Seicho-No-Ie, iniciou sua caminhada em 1984. É Líder da Iluminação desde 1993, Preletora Sênior desde 2012 e Diretora Nacional da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Também dirige a Academia de Treinamento Espiritual de Santa Fé, contribuindo para a formação doutrinária nacional. Sua presença inspira lucidez, propósito e transformação.
Preletora em Grau Sênior
Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Ciências Humanas pelo Centro de Extensão Universitária e graduada em Letras pela Universidade de São Paulo, Daniele construiu uma carreira sólida entre educação, pesquisa acadêmica e produção editorial. Professora de Literatura e Redação por mais de 15 anos, orientou jovens, formou leitores e desenvolveu projetos reconhecidos nacionalmente.
Na SEICHO-NO-IE DO BRASIL, atuou como coordenadora na Superintendência da Associação Pomba Branca (associação de mulheres) e hoje, atua no Departamento de Editoração, coordenando processos editoriais, revisão doutrinária e produção de obras que difundem a Verdade da Vida. Pesquisadora ativa, autora de livros e capítulos sobre literatura e aprendizagem significativa, integrou grupos de pesquisa em mediação cultural e tem trabalhos publicados em anais de seminários e congressos internacionais. Criadora sensível e intelectual que busca aprendizado contínuo, une técnica e espiritualidade para formar mulheres leitoras de si mesmas e da vida.
Aspirante a Preletora da Sede Internacional
Formada em Marketing e Propaganda pela Universidade Católica do Paraná, Silvana construiu sua trajetória profissional com foco em comunicação estratégica, organização de projetos e gestão institucional. Atuou por muitos anos no Departamento de Seminários da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, contribuindo para a integração e fortalecimento dos Seminários da Luz.
Na vida religiosa, iniciou sua caminhada na década de 1990, tornando-se Presidente da Associação dos Jovens da Regional PR-CURITIBA. Posteriormente, foi Vice-Presidente da Associação dos Jovens da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Aspirante a Preletora da Sede Internacional, atualmente atua na Superintendência de Coordenação Doutrinária para Iberoamérica e África Latina, expandindo o ensinamento além das fronteiras. Silvana une visão estratégica, sensibilidade jovem e um amor profundo pela missão, inspirando mulheres a expandirem sua própria luz pelo mundo.
Preletora da Sede Internacional
Pedagoga de formação, Lílian atuou como diretora e coordenadora educacional, empreendeu na área da educação e, desde 2004, integra a Sede Central da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, exercendo funções estratégicas nos Seminários da Luz, no Departamento de Seminários e, atualmente, como Presidente da Associação dos Educadores.
Na vida religiosa, iniciou sua vivência na Seicho-No-Ie aos oito anos e tornou-se Líder da Iluminação aos 24. Atuou por 20 anos na Associação dos Jovens da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, ocupando cargos nacionais nos departamentos Juvenil, Feminino, Infantil e de Desenvolvimento Regional. Preletora Júnior desde 2002, foi Vice-Presidente e Presidente Nacional da Associação Pomba Branca, conduzindo movimentos e formações por todo o Brasil. Lílian é a síntese da educadora espiritual: firmeza doce, liderança apaixonada e uma vida inteira dedicada a formar gerações na Verdade.
Preletora da Sede Internacional
Com uma trajetória profissional marcada pela educação, gestão e liderança institucional, Marie atuou como professora, trabalhou na área de Recursos Humanos, empreendeu e ocupou cargos executivos de alta responsabilidade dentro da própria SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Sua atuação profissional sempre esteve alinhada à formação humana, à organização de equipes e à condução de processos com serenidade e visão de longo prazo.
Na vida religiosa, iniciou sua caminhada na Seicho-No-Ie em 1953, ainda na Reunião de Crianças, dedicando toda uma vida ao ensinamento. Coordenou departamentos infantil e feminino, atuou na Associação dos Jovens em âmbito nacional e tornou-se uma das principais lideranças da Associação Pomba Branca, que presidiu por 16 anos. Líder da Iluminação desde 1985, foi Diretora da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, Preletora da Sede Internacional e, entre 2008 e 2014, ocupou o mais alto posto administrativo como Diretora-Presidente da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Atualmente, atua no Gabinete da Diretoria como Secretária para Assuntos Internacionais, preservando e fortalecendo os vínculos globais do ensinamento. Marie representa uma linhagem rara de serviço, liderança e presença serena. Uma verdadeira guardiã da história, que inspira mulheres a liderarem com fé, devoção e presença luminosa.